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As Enigmáticas Pedras de Ica

Mais uma vez, encontramos fatos que podem indicar ter existido outras humanidade...
Nos idos de 1960, na região de Ocucaje, nos arredores da cidade de Ica, Perú, uma estranha coleção de pedras gravadas começou a chegar às mãos do doutor Javier Cabrera Darquea. O doutor Darquea começou a receber estas “incríveis e fantásticas” pedras de humildes camponeses da região. Estas pedras contém as mais inacreditáveis cenas, como caçadas de animais ante-iluvianos, transplantes de órgãos, operações cirúrgicas de toda a espécie, homens que voavam no dorso de enigmáticos e gigantescos “pássaros”, massas continentais que diferem quase que totalmente das conhecidas hoje, mapas celestes, e uma porção de etc.

Algumas destas mais de onze mil pedras gravadas, referenciam o que parecem ser homens e dinossauros convivendo, em uma mesma época. Se assim o for, teríamos que recuar ao período cretáceo, ao final da Era Secundária, isto é, mais de 65 milhões de anos. Isso pode parecer difícil, senão impossível. Porém, na região da Califórnia – EUA, foram encontradas pegadas fossilizadas, lado-a-lado, de homens e dinossauros, em uma camada calcárea já enterrada, indicando que estes conviveram a mesma época... Isso indica que talvez tenha existido outra, ou outras humanidades anteriores à nossa.

Baseando-se nisso, será que estas mais de onze mil pedras gravadas seriam o resultado de uma trabalhosa falsificação? As análises efetuadas sobre a pátina que as cobre, e nas pedras encontradas nos sepultamentos pré-colombianos indicam que não. Entretanto, mais fatos e achados acontecidos nos últimos anos comprovam a veracidade desta “biblioteca megalítica”.
Em 1974/75, Javier Cabrera, com base nos estudos realizados nas pedras, anunciou que o hormônio contra a rejeição, vital para os transplantes, deveria ser procurado nos fluidos da mulher grávida. Pergunta: qual terá sido a reação da comunidade científica?... No entanto, seis anos mais tarde, em 1980, uma equipe de médicos ingleses anunciava identica conclusão...

O mesmo pode ser dito sobre a extinção dos dinossauros. Cabrera, mais uma vez baseando-se nos seus estudos das pedras, chegara a conclusão que o violento e súbito desaparecimento desses monstros, poderia ter sido a queda de um enorme asteróide, ou, talvez, ao choque de um cometa. Anos mais tarde, um cientista norte-americano recebe um prêmio Nobel, por lançar ao mundo a mesma teoria.

Cabrera também fez referência a uma segunda lua, que fazia órbita em volta da Terra. Estas duas luas apareceram em inúmeras pedras gravadas. O mais intrigante, é que na Cordilheira dos Andes, e entre os sumérios, existem várias e antiqüíssimas “lendas” nas quais, precisamente, menciona uma remota civilização integrada por “homens de pequena estatura e grande crânio”, os quais precisaram refugiar-se nas cavernas do altiplano em decorrência da queda de uma das duas luas que, então, giravam em torno do planeta.

E mais. Como explicar a presença, nos “mapa-mundi” da “biblioteca” de Ocucaje, da língua de terra unindo, na antiguidade, os continentes sul-americano e antártico? E como explicar esta “coincidência” destes mapas com os mapas de Piri Reis? Será que os supostos falsificadores tiveram acesso aos mapas deste almirante turco? Mas que falsificador iria se dar ao trabalho de “confeccionar” mais de onze mil pedras gravadas? E como explicaríamos então as datas coincidentes com as dos túmulos pré-colombianos? E os conhecimentos científicos divulgados pelo doutor Javier antes de serem “oficialmente” descobertos?

A autenticidade destas “pedras” parece ter sido comprovada. O que falta então para a “ciência oficial” acreditar no que elas nos dizem, ou, pelo menos, avaliar e estudar com mais atenção e profundidade seus “ensinamentos”?



 




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