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Entrou um cara naquele bar do interior. Levava o cão ao lado.
Enquanto pedia o café, um freguês comentou:
- Que cachorrão!
- Campeão do Mundo! - respondeu o dono.
- Campeão de que?
- De luta de cachorro! Não tem pra ninguém. Ganhou todos os  prêmios!
- Acho que não! - respondeu uma vozinha lá do fundo do bar.
- Que isso! Aposto dez mil reais! - retrucou o dono.
O que havia falado se adiantou e disse:
- Tenho um compadre que mora aqui perto e acho que o seu cão não ganha do dele não. Quer apostar assim mesmo?
- Manda vir!
Meia hora depois, veio um cãozinho magrinho, um tal de "Fifiu".
- É essa droga aí que vai vencer o meu Totó?
O pessoal fez a roda. O dono do campeão mal podia segurar o  cachorro e o cãozinho do outro nem aí, não dava a mínima.
Fizeram as apostas, os bichos foram soltos, o campeão partiu  pra dentro do Fifiu, que abriu um olho, levantou a pata e VAPT!
Deu uma porrada no campeão, que caiu mortinho na hora.
- Ohhhhh!!!! - fez todo mundo.
O capiau, dono do Fifiu, passou a mão na gaita e teve até a  dignidade de nem gozar com o desafiante. Quando já ia se  retirando com o Fifiu, o dono do cachorro vencido correu atrás  dele e disse:
- Quanto o senhor quer por este cachorro?
- Vendo não, é de estima!
- Então me diga como o senhor conseguiu esta potência? É de  que raça?
- Sei não - disse o matuto - Já tô com ele há alguns anos. Peguei ele noutra cidade. Tinha lá um circo que ia fechar, o dono do  circo deu o bicho pra mim, cortei a juba dele e guardei lá em  casa.

 
O cara, querendo comprar um burro, perguntou pro matuto:
- Quanto custa?
- Vinte mil reais!
- Vinte mil?! Tá doido, cara? Olha, eu dou dez mil no pau!
- Nada disso, só vendo o burro inteiro.
 

Dez anos depois, a moça do senso voltou àquela cidadezinha do  sertão e constatou que a população não tinha nem aumentado, nem diminuído.
- Caramba! Como isso pode acontecer? - perguntou a alguém.
- É fácil. Cada vez que nasce um bebê, foge um rapaz da cidade.

 
Num domingo de uma noite chuvosa e sem lua, ha um enorme acidente numa estrada muito movimentada, onde estiveram envolvidos quase uma centena de carros. Sob o som das sirenes, varios carros do Corpo de Bombeiros e meia duzia de ambulancias tentavam ajudar os feridos. De repente, ouve-se um lamurio doloroso de um Portugues descendo de um Monza.
· Ai... Ai... Ai minha orelha! Ai minha orelha!
Um dos enfermeiros corre em seu socorro.
· Calma, meu senhor! O que houve com a sua orelha?
· Ai... ai... eu perdi a minha orelha!
· Nao se desespere que nos ja vamos encontra-la!
Depois de uma busca de dez minutos um bombeiro aparece segurando uma orelha toda ensanguentada.
· E' essa a sua orelha?
· Nao, nao! - resmunga o Portugues. - A minha tinha um lapis atras.
 


 




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